Transformar potencial em desenvolvimento exige mais do que vocação econômica. Passa pela construção de um ambiente capaz de estimular investimentos, aumentar a produtividade e reduzir entraves que ainda limitam a competitividade do país. Foi sob essa perspectiva que lideranças empresariais, parlamentares e representantes de diferentes setores produtivos se reuniram nesta terça-feira (16), em Brasília, durante o almoço Compromissos para um Brasil Competitivo.

Representando a ABRA, o presidente do Conselho Diretivo, Pedro Bittar, participou do encontro acompanhado de integrantes da equipe da entidade. O evento foi realizado na Casa da Energia e promovido pela Frente Parlamentar Mista da Tecnologia e Atividades Nucleares (FPN), Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e de Combate à Pirataria, Frente Parlamentar Pelo Brasil Competitivo e pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC).

A iniciativa apresentou uma agenda estratégica voltada à aceleração do crescimento econômico brasileiro, com foco na ampliação da produtividade e da competitividade nacional. Entre as macrometas estabelecidas para 2030 estão a elevação da taxa de investimento para 20% do Produto Interno Bruto (PIB), o avanço do Brasil para o grupo dos 30 países mais competitivos do Ranking Global de Competitividade do IMD e a redução de 25% do chamado Custo Brasil, atualmente estimado em R$ 1,7 trilhão por ano.

Agenda para 2030

O documento debatido durante o encontro está estruturado em sete compromissos considerados prioritários para o desenvolvimento sustentável do país: finanças públicas sustentáveis, governança regulatória, capital humano, eficiência da matriz logística, energia competitiva e acessível, segurança pública e combate aos mercados ilegais, além da transformação digital.

As propostas defendem medidas voltadas à simplificação regulatória, fortalecimento da segurança jurídica, modernização das relações de trabalho, melhoria da infraestrutura logística e ampliação da competitividade energética. Também destacam a adoção da inteligência artificial como ferramenta para impulsionar a produtividade da economia e a eficiência dos serviços públicos.

A participação da ABRA no encontro integra o acompanhamento permanente da Associação sobre temas que influenciam o ambiente de negócios, a competitividade industrial e as condições para o desenvolvimento sustentável das cadeias produtivas brasileiras.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRA
Luísa Schardong, jornalista, MTB/RS 0018094