O impacto do tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos às exportações brasileiras, com alíquotas que chegaram a até 50% em alguns produtos, segue no centro das preocupações do setor de reciclagem animal neste início de 2026. Entre os itens mais afetados está o sebo bovino, insumo estratégico para a cadeia de biocombustíveis, cuja interrupção de fluxo comercial foi sentida de forma significativa pelas empresas brasileiras.

Nesse contexto, a ABRA intensificou sua atuação institucional e se reuniu, nesta terça-feira (14), com a ministra Grace Tanno, do Ministério das Relações Exteriores (MRE). O objetivo foi acrescentar dados e elementos técnicos às tratativas conduzidas pelo Itamaraty para viabilizar a retomada das exportações de sebo bovino para o mercado norte-americano.

O setor de reciclagem animal foi um dos que sentiu com mais intensidade o impacto das tarifas, diante da relevância do mercado norte-americano para o escoamento do sebo e do papel do produto como insumo energético. A paralisação das exportações gerou efeitos diretos sobre planejamento industrial, contratos e competitividade internacional.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRA
Luísa Schardong, jornalista, MTB/RS 0018094

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