
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) realizou a terceira audiência pública para discutir propostas que tratam do fim da jornada de trabalho no modelo 6×1. A ABRA acompanhou o encontro, que amplia o debate sobre possíveis mudanças na organização do trabalho no país.
Estão em análise na comissão a admissibilidade da PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), e da PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). As propostas buscam revisar o modelo tradicional de jornada, tema que tem ganhado relevância diante de transformações tecnológicas e novas dinâmicas de trabalho.
O debate foi solicitado pelo relator das matérias, deputado Paulo Azi (União-BA), com o objetivo de reunir contribuições de representantes do setor produtivo, trabalhadores e especialistas. A discussão considera impactos sociais, culturais e econômicos, além de possíveis reflexos na produtividade e na geração de empregos.
A pauta mobiliza diferentes segmentos industriais, especialmente aqueles com operações contínuas. No setor de reciclagem animal, mudanças na jornada podem afetar diretamente a logística e o processamento, com efeitos sobre custos operacionais e atendimento a mercados internacionais.
A ABRA acompanha a tramitação por entender o potencial impacto regulatório das propostas sobre o setor. A análise da admissibilidade segue na CCJ, etapa que antecede a continuidade da tramitação no Congresso Nacional.
Com informações da Agência Câmara de Notícias
Fonte: Assessoria de Comunicação ABRA
Luísa Schardong, jornalista, MTB/RS 0018094







