A ABRA acompanhou uma audiência pública realizada pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, no âmbito da Câmara dos Deputados, na última semana (02). O debate foi conduzido pelo deputado Alceu Moreira, autor do requerimento 71/2025, que visa ampliar a competitividade da cadeia de proteínas vegetais e animais.

Estiveram presentes o ministro Durval Cardoso De Carvalho Junior, à frente do Ministério das Relações Exteriores (MRE); de Carlos Goulart, Secretário de Defesa Agropecuária do Ministério de Agricultura e Pecuária (MAPA); e de Rafael Codeço, Diretor do Departamento de Desenvolvimento da Indústria de Bens do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (SDIC/MDIC).

Gerente de Agronegócio da ApexBrasil, Laudenir Muller

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) também marcou presença, representada pelo gerente de Agronegócio, Laudenir Muller. Ele enriqueceu o debate abordando o conceito da bioeconomia circular, utilizando o setor de reciclagem como case de sucesso que alia sustentabilidade e resultados concretos. “Temos este setor relevante que estamos promovendo, de quase um bilhão de dólares, que é a reciclagem animal, exportando nossas farinhas”, apontou.

Muller também falou sobre a articulação entre a Agência e o setor privado, por meio de projetos setoriais celebrados com diversas entidades. A ABRA é uma delas: o projeto Brazilian Renderers, uma parceria entre a Associação e a ApexBrasil, é a marca de promoção comercial dos produtos de reciclagem animal brasileiro no mercado internacional.

Diretor Executivo da Ubrabio, Sergio Beltrão

O setor ainda foi citado na apresentação do Diretor Executivo da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), Sergio Beltrão, que tratou das janelas de oportunidades para os biocombustíveis. Ao falar sobre a substituição do combustível fóssil pelo biodiesel, ele apontou o trabalho do setor de reciclagem animal como um elo fundamental na destinação correta de resíduos.

Uma das matérias-primas principais para o biodiesel são as gorduras animais residuais que transformam o que seria um passivo ambiental, poluente, em valor agregado à produção pecuária. Cerca de 700 mil toneladas de gorduras de origem animal são utilizadas na produção de biodiesel – são dados muito significativos que mostram a pegada de sustentabilidade que o biodiesel possui. Temos aqui, hoje, representantes da Associação Brasileira de Reciclagem Animal, a ABRA, mostrando que essa integração de setores se dá de forma muito virtuosa“, disse Beltrão.

Ainda, além da ABRA, participaram diversas entidades da cadeia, como o Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (IBRAFE), a Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio), a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e representantes da Frente Parlamentar do Biodiesel.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRA
Luísa Schardong, jornalista, MTB/RS 0018094

 

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