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Os frigoríficos ainda estão encontrando dificuldade para alongar as escalas, já que os pecuaristas estão dificultando as entregas em busca de melhores preços, mas ainda assim os abates vêm aumentando de forma gradativa. As margens boas para as indústrias acabam incentivando a intensificação da produção de carne.
 
A diferença entre o Equivalente Scot Desossa, que apura a venda de carne sem osso, couro, sebo, miúdos e subprodutos, e o valor pago pela arroba está em 27,4%, cinco pontos percentuais acima do mesmo período de 2012. Isso, porém, tem feito os preços da carne sem osso caírem. Os estoques das indústrias aumentaram e as vendas de final de mês não evoluíram da mesma forma.
 
No acumulado dos últimos sete dias houve queda de 1,5%, em média, nos preços dos cortes. É a segunda semana seguida de desvalorizações. O escoamento de carnes de traseiro está melhor. Os varejistas estão se abastecendo para o início do mês, quando a população está mais capitalizada e o consumo de cortes nobres é melhor.
 
Fonte: Revista Globo Rural