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Apostando no que acredita ser uma vocação agroindustrial do Brasil e um mercado em crescimento, a Indústria de Rações Patense que atua no segmento da reciclagem e processamento dos subprodutos do abate animal – que resultam em produtos aplicados para nutrição animal, indústrias químicas, farmacêuticas e de biodiesel – registra resultados expressivos.
Segundo a Revista Globo Rural (Editora Globo), a Patense foi a líder do Setor de Nutrição Animal em 2015, considerada a melhor em nutrição animal e está entre as 500 maiores empresas de agronegócio do país.
Não é para menos. A empresa, que tem sua atenção totalmente voltada para esta atividade, processa cerca de 30 mil toneladas de subproduto/mês, e recebeu nos últimos anos, investimento importante na ordem de 150 milhões de reais. A receita bruta da empresa, em 2015, teve um crescimento de cerca de 25% em relação a 2014. É uma prática constante da empresa investir em desenvolvimento, inovação e tecnologia de ponta empregada na produção de farinhas e gorduras, e no armazenamento.
“Todo o transporte dos subprodutos é realizado por frota própria, em veículos adaptados, adequados e aprovados pelos órgãos reguladores, que garante a agilidade e a entrega da matéria-prima nas 4 unidades da empresa espalhadas pelo país. A coleta é realizada em mais de 500 cidades de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Paraná e agora também no Rio de Janeiro. Com isto, a empresa gera 700 empregos diretos e 1200 indiretos”, explica Clênio Antônio Gonçalves, presidente da Patense.
 
#TAOSSO
 
Como apontam os indicativos econômicos, o mercado interno atravessa um momento de crise, e o agronegócio continuará “carregando o país nas costas”. Com a alta do dólar, juros altos, eleições municipais e a abertura de mercados, como o da Ásia, a economia brasileira encontra na exportação uma possível saída.
Nesta esteira, a Patense é um exemplo. Hoje, 30% de sua receita bruta vem do comércio exterior. O balanço e os números dos últimos anos são animadores. Se consolidados, até o final deste ano, a meta de faturamento – do presidente e de sua equipe de gestão – será superada.
“Em 2010, existia uma análise profunda de como o mercado interno brasileiro reagiria à crise que afetava o mundo. Diante disto e dos prognósticos favoráveis em relação à exportação, traçamos um plano estratégico de internacionalização de nossos produtos. Obtivemos o Certificado de Empresa Exportadora do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) para duas indústrias: Patos de Minas e Itaúna -MG, e começamos a exportar para os continentes asiático, africano e sul-americano. Foi uma realização enquanto empresário e cidadão. Conseguimos adotar uma política econômica que contribui para superávits comerciais, não só das alterosas como do Brasil. Somos a única empresa mineira a realizar exportação direta de farinhas”, comemora Gonçalves.
A Patense, que está entre as 25 maiores exportadoras do Porto de Paranaguá, e conta com uma nova unidade no Rio de Janeiro*, tem a expectativa de crescer 80% no ano de 2016.
 
Rio de Janeiro
 
A indústria pesqueira do Rio de Janeiro não tem mais com o que se preocupar. A Patense está finalizando as obras de sua indústria no estado. Com a nova unidade, todos os subprodutos da atividade pesqueira serão recolhidos e processados. O início das atividades está previsto para final de março.