Pela terceira vez nas últimas semanas, analistas do mercado financeiro e investidores elevaram a estimativa de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerada a inflação ofical do país. A nova expectativa para 2014 passou de 6,31% para 6,32%.
 
Para o crescimento da economia, o pessimismo permanece e o setor projeta 0,24% e não mais 0,29% como no levantamento anterior, com a produção industrial negativa e em queda de 2,14%.
 
Houve elevação também na projeção do câmbio, que passou de R$ 2,35 para R$ 2,40. O mercado financeiro não alterou a perspectiva para taxa básica de juros (Selic), mantida em 11% ao ano, com a dívida liquida do setor público em 35% em proporção do Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todas as riquezas produzidas no país.
 
Por outro lado, os investidores e analistas voltaram a reduzir o déficit em conta corrente do Brasil de US$ 81,20 bilhões para US$ 80,50 bilhões, com saldo da balança comercial em US$ 2,41 bilhões.
 
Os investimentos estrangeiros diretos estimados permanecem em US$ 60 bilhões. Os preços administrados, que sofrem influência do governo, como as tarifas de energia elétrica, registraram leve alteração de 5,10% para 5,20%.
 
Fonte: Agência Brasil