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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou na segunda-feira (14) que as negociações para a abertura do mercado da Coreia do Sul à carne suína brasileira avançaram e espera que os requisitos finais para a venda do produto sejam publicados em junho, durante visita da ministra Kátia Abreu ao país asiático.
A abertura do mercado da Coreia do Sul à carne suína brasileira pode resultar em faturamento de US$ 153,6 milhões por ano para o Brasil, segundo o Mapa.
A Coreia do Sul abriu o mercado às compras de carne suína in natura produzida no estado de Santa Catarina em janeiro, dependendo ainda de acordo sobre requisitos sanitários, elaboração de certificado sanitário internacional e habilitação de plantas exportadoras.
A proposta da Coreia do Sul de requisitos sanitários já foi entregue pela primeira secretária da Embaixada da República da Coreia, Sewon Kim, à secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa, Tatiana Palermo.
O Mapa irá agora verificar as exigências propostas pela Coreia do Sul e dar continuidade às negociações, segundo informou em nota.
Em seguida, o governo coreano realizará consulta pública sobre o tema. Se não houver nenhum impedimento, o país asiático publica, na sequência, os requisitos finais para exportação de carne suína do Brasil, segundo o governo brasileiro.
A emissão do certificado sanitário internacional seria o passo seguinte, com posterior missão de auditoria dos sul-coreanos nas plantas brasileiras.
Santa Catarina é o único estado brasileiro com status de livre de febre aftosa sem vacinação reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
O Mapa informou em janeiro que tem como uma das prioridades em 2016 eliminar a febre aftosa em todo o país para obter o status internacional de livre de febre aftosa com vacinação em 2017.
 
Fonte: Carnetec