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A Impropel Indústria de Produtos da Pecuária Ltda é a mais nova associada da Associação Brasileira de Reciclagem Animal (ABRA). Fundada em 1972, está sediada em Campo Largo/PR e gera atualmente 70 empregos diretos. Com capacidade produtiva para três turnos, a empresa processa 1400 toneladas de coprodutos animais por mês e produz farinha de carne e osso, farinha de sangue e sebo bovino.
Com a missão de promover o desenvolvimento socioambiental da comunidade, transformando resíduos orgânicos em produtos rentáveis e seguros, a Impropel mantém o foco na qualificação profissional dos colaboradores e na melhoria do modelo de gestão. A filiação junto à ABRA vem para complementar as ações internas de fortalecimento da empresa, segundo o gerente de produção, Aldo Martines Garcia Júnior. Com isso, espera alcançar o mercado externo e expandir a produção.
“Entendemos que a ABRA está mais focada, mais preparada e mais preocupada com o nosso setor. O principal motivo para que nos associássemos foi devido à mudança na gestão corporativa da empresa. Essa nova gestão está focada em realizar diversas mudanças com novos ideais e objetivos. Após esse período de mudanças, esperamos atingir o mercado externo com a colaboração da ABRA”, destacou.
Aldo Júnior também destaca a importância da associação para driblar os desafios da cadeia produtiva da reciclagem animal no país. Na opinião dele, as transformações e evoluções ocorridas nos últimos anos dentro do setor não foram devidamente acompanhadas pelos órgãos públicos fiscalizadores, o que gera descompasso e dificuldades para demais avanços. “A reciclagem evoluiu muito, principalmente após o advento da Instrução Normativa 34 e demais. A demanda mundial por proteína animal também aumentou de forma significativa e por isso acreditamos que o nosso setor hoje em dia está sendo mais valorizado, organizado e competitivo. Apenas os órgãos públicos não estão evoluindo na mesma velocidade e entendemos que seja o gargalo da grande maioria dos graxeiros. Eles deveriam estar bem amparados e estruturados para terem condições de fiscalizar aquelas empresas que não se importam ou não se adequam a um controle de qualidade rígido em suas plantas para estarem aptas ou conformes às normativas vigentes”, finalizou.
 
Fonte: Assessoria de Comunicação ABRA

Publicado em 23/03/2016.