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O ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella inaugura nesta segunda-feira (16), às 10h, o primeiro Terminal Pesqueiro Público do Rio de Janeiro, em Niterói e a nova sede da Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura no estado.  A Superintendência irá operar no interior do terminal para ficar mais próxima dos pescadores.
 
O Terminal, construído em uma área de aproximadamente 7.200 m², tem capacidade para atender uma movimentação de 25 t/dia de pescado. E no futuro poderá aumentar esta capacidade para 120 t/dia.  A estrutura, que custou aproximadamente R$ 10 milhões, abriga um cais com 95 metros de extensão e dispõe de amplas unidades de desembarque de pescado, de comercialização e de conservação.
 
Os peixes serão comercializados frescos, inteiros ou em postas e seguirão os  rígidos padrões de sanidade exigidos pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF) e da Vigilância Sanitária.
 
O terminal contará com fábricas de gelo com capacidade para 48 toneladas/dia, câmaras de resfriamento e congelamento e silo de armazenagem para 80 toneladas.
 
A estrutura terá ainda unidade de tratamento hidro-sanitária, que elimina o mau cheiro e a atração de pássaros e vetores nocivos à saúde; subunidades de abastecimento de água (doce e salgada), coleta de esgoto, posto de abastecimento de combustível; auditório, refeitório e telecentro, além de estacionamento para carros e caminhões.
 
A estimativa é de que mais de 15 mil pescadores sejam beneficiados e 500 pessoas circulem pelo local diariamente. O terminal deve gerar em torno de 50 empregos diretos e vai começar a operar na safra da sardinha, até 15 de fevereiro.
 
Dragagem do Canal
 
Desde o ano passado, o Ministério da Pesca e Aquicultura em parceria com a Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro (SEA) e o Instituto Estadual do Ambiente começaram a retirar 52 carcaças de embarcações abandonadas no espelho d’água no Canal de São Lourenço, na Baía de Guanabara. A iniciativa conta também com o apoio dos estaleiros de construção naval existentes na região.
 
A ação priorizou a retirada das embarcações que impediam a navegação próxima ao terminal. Este ano, várias carcaças de aço foram leiloadas e arrematas pela iniciativa privada.
 
Fonte: Ministério da Pesca