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Os mercados internacionais têm sido receptivos aos produtos pet fabricados no Brasil, especialmente alimentos. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), as exportações do segmento movimentaram US$ 351,4 milhões em 2015. Os participantes da 15ª Pet South America, que acontece de 30 de agosto a 1º de setembro, em São Paulo, poderão assistir a palestra “O Mercado de Pet Food”, no dia 1º das 14h35 às 15h05, que abordará justamente como alavancar essas oportunidades. 
 
A apresentação acontecerá na Arena do Conhecimento, um espaço voltado ao empreendedorismo, tendências de mercado, regularização setorial, valorização e atualização profissional, comportamento e bem-estar animal. O palestrante será Yves Miceli de Carvalho, diretor da consultoria YMVET Consulting e presidente da Comissão Técnica de Nutrição Animal do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CRMV-SP). “O cenário político e econômico gerou uma abertura maior para as exportações brasileiras de pet food. Estima-se que o mercado não vai recuar justamente devido ao volume dessas exportações. Em um momento normal, o crescimento seria maior, chegando a 8%. Mas o importante agora é manter o equilíbrio”, defende.
 
Outro motivo para essa abertura é o valor maior do dólar frente ao real, que tornou a produção nacional mais barata para compradores do exterior. “Internamente, percebemos uma mudança de comportamento do consumidor, que começou a preterir as rações Super Premium por opções com preços menores”, afirma.
 
Segundo Carvalho, houve mudanças estruturais importantes na indústria de pet food brasileira nas últimas duas décadas. Até os anos 1990, o Brasil importava maiores volumes de ração animal, mas grandes produtores estrangeiros começaram a construir fábricas no País. “As multinacionais se instalaram aqui durante esse período, e houve uma inversão, com a criação de estrutura para produção no Brasil”, explica.
 
O presidente da Comissão Técnica de Nutrição Animal do CRMV-SP explica que, qualitativamente, os produtos brasileiros são ótimos e têm uma imagem positiva no exterior, sendo bastante conhecidos na América Latina, Estados Unidos, China e Leste Europeu. “O Brasil participa da Global Alliance of Pet Food Association (GAPFA) e é um dos principais interlocutores dessa associação”, diz, referindo-se a uma entidade informal da indústria pet que atua em 32 países, como Estados Unidos, Nova Zelândia, Canadá, Japão e a União Europeia.
 
Segundo a Abinpet, a divisão do mercado pet seguirá a tendência observada em 2015. O setor de Pet food continuará a ser o grande responsável pelo faturamento total (67,5%, versus 67,3% em, 2015). O segmento de Pet Serv vem em segundo lugar (16,2%, contra 17% em 2015), acompanhado por Pet Care (8,1% versus 8,0%) e Pet Vet (8,1% contra 7,7%). Este ano, o faturamento deve chegar aos R$ 19,2 bilhões.
Exportação de pet food é oportunidade para fabricantes na crise  
 
Palestra da 15ª Pet South America aborda as melhores práticas direcionadas a aproveitar a boa imagem do País no exterior
 
Os mercados internacionais têm sido receptivos aos produtos pet fabricados no Brasil, especialmente alimentos. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), as exportações do segmento movimentaram US$ 351,4 milhões em 2015. Os participantes da 15ª Pet South America, que acontece de 30 de agosto a 1º de setembro, em São Paulo, poderão assistir a palestra “O Mercado de Pet Food”, no dia 1º das 14h35 às 15h05, que abordará justamente como alavancar essas oportunidades.
 
A apresentação acontecerá na Arena do Conhecimento, um espaço voltado ao empreendedorismo, tendências de mercado, regularização setorial, valorização e atualização profissional, comportamento e bem-estar animal. O palestrante será Yves Miceli de Carvalho, diretor da consultoria YMVET Consulting e presidente da Comissão Técnica de Nutrição Animal do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CRMV-SP). “O cenário político e econômico gerou uma abertura maior para as exportações brasileiras de pet food. Estima-se que o mercado não vai recuar justamente devido ao volume dessas exportações. Em um momento normal, o crescimento seria maior, chegando a 8%. Mas o importante agora é manter o equilíbrio”, defende.
Outro motivo para essa abertura é o valor maior do dólar frente ao real, que tornou a produção nacional mais barata para compradores do exterior. “Internamente, percebemos uma mudança de comportamento do consumidor, que começou a preterir as rações Super Premium por opções com preços menores”, afirma.
 
Segundo Carvalho, houve mudanças estruturais importantes na indústria de pet food brasileira nas últimas duas décadas. Até os anos 1990, o Brasil importava maiores volumes de ração animal, mas grandes produtores estrangeiros começaram a construir fábricas no País. “As multinacionais se instalaram aqui durante esse período, e houve uma inversão, com a criação de estrutura para produção no Brasil”, explica.
 
O presidente da Comissão Técnica de Nutrição Animal do CRMV-SP explica que, qualitativamente, os produtos brasileiros são ótimos e têm uma imagem positiva no exterior, sendo bastante conhecidos na América Latina, Estados Unidos, China e Leste Europeu. “O Brasil participa da Global Alliance of Pet Food Association (GAPFA) e é um dos principais interlocutores dessa associação”, diz, referindo-se a uma entidade informal da indústria pet que atua em 32 países, como Estados Unidos, Nova Zelândia, Canadá, Japão e a União Europeia.
Segundo a Abinpet, a divisão do mercado pet seguirá a tendência observada em 2015. O setor de Pet food continuará a ser o grande responsável pelo faturamento total (67,5%, versus 67,3% em, 2015). O segmento de Pet Serv vem em segundo lugar (16,2%, contra 17% em 2015), acompanhado por Pet Care (8,1% versus 8,0%) e Pet Vet (8,1% contra 7,7%). Este ano, o faturamento deve chegar aos R$ 19,2 bilhões.
 
15ª edição da Pet South America
Data: de 30 de agosto a 1º de setembro de 2016
Horário: 13h às 21h
Local: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo – Pavilhão Verde.
www.petsa.com.br