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GENEBRA – O Brasil quer formar um bloco nas organizações internacionais de apoio ao uso do herbicida glifosato, o mais usado no mundo. O produto é motivo de polêmica por causa de suspeitas de ser cancerígeno. 
 
Depois de encontros bilaterais em Genebra, à margem de reuniões da Organização Mundial do Comércio (OMC), o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Eumar Roberto Novacki, declarou que a questão do glifosato “é uma preocupação central que a agricultura brasileira tem”. 
 
Nesse caso, Brasil e EUA estão no mesmo lado. Já a União Europeia, embora tenha acabado de estender o prazo de liberação do glifosato por 18 meses, ainda tem fortes dúvidas sobre o assunto. 
 
O secretário-executivo do ministério encontrou-se em Genebra inclusive com a diretora-geral da Organização Mundial da Saude (OMS), Margaret Chan, para defender que um produto só seja alvejado se houver confirmação científica de seu risco. 
 
Conforme Eumar, Chan reconheceu que é preciso uma análise mais aprofundada sobre os riscos do produto. Um instituto de pesquisas sobre câncer ligado à OMS mantém estudos sobre o glifosato. 
 
Fonte Jornal O Valor