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A alimentação orgânica tem grande impacto positivo no meio ambiente, pois não usa pesticidas e fertilizantes artificiais, produtos que são altamente poluentes. A afirmação foi feita pelo presidente do Conselho Empresarial de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), Haroldo Mattos de Lemos, nesta sexta-feira (10/5). Durante reunião, ele ainda destacou que a coleta de resíduos orgânicos também tem grande contribuição em preservar a natureza.

 
Mattos de Lemos destacou que os alimentos orgânicos são aqueles que utilizam, em todos seus processos de produção, técnicas que respeitam o meio ambiente e visam a qualidade do alimento. Desta forma, não são usados agrotóxicos nem qualquer outro tipo de produto que possa vir a causar algum dano à saúde dos consumidores.

 
Durante evento, o diretor-superintendente da Korin Agropecuária, Reginaldo Morikawa, destacou a importância da produção de alimentos naturais.

 
“Nosso objetivo é produzir alimentos naturais e sustentabilidade para toda a população. Com foco na saúde humana, bem estar animal e preservação da natureza, todo nosso trabalho, além de sustentável, é saudável, livre de agroquímicos, agrotóxicos e de qualquer substância artificial evitando a contaminação de solo, água e vegetação”, ressaltou.

 
A Korin nasceu em 1994 e só produz alimentos orgânicos. Dentre eles estão: frangos, ovos, frutas, legumes e verduras. Outro seguimento da empresa é a consultoria de soluções alternativas para o tratamento de resíduos orgânicos.

“Até mesmo grandes empresas com cozinhas industriais não sabem o que fazer com os resíduos. Quando as empresas se desfazem desses produtos de forma errada as consequências são pragas e doenças que podem ser ocasionadas. Uma das soluções é a  técnica para controlar a decomposição de materiais orgânicos. Inicialmente fazemos uma assessoria e, com o tempo, ela pode ser feita pelo próprio agricultor” explicou o gerente-geral da Korin Meio Ambiente, José Luiz Tomita .

Outro ponto destacado durante o evento foi a reciclagem animal. O procedimento envolve se desfazer de restos de animais e ossos de modo a não poluir o meio ambiente.   A consultora da Empresa Grande Rio Reciclagem Ambiental, Alessandra Caline, afirmou que a empresa coleta cerca de 100 mil toneladas por ano de resíduos bovinos.

“Se esses restos fossem colocados no meio ambiente seria um grande problema. Primeiro porque os aterros existentes não podem receber esse tipo de material, por conta do cheiro, do gás metano e das pragas que seriam geradas. Nosso trabalho é o aproveitamento desse material. Do sebo extraído transformamos em biodiesel e sabão. Dos ossos, transformamos em farinha que é usada na ração de animais como frangos e suínos”, concluiu.
 
 

 
No final do evento a Sra. Alessandra Caline foi homenageada com um diploma com os outros palestrantes.

 
 
 

Fonte: Associação Comercial do Rio de Janeiro