A Associação Brasileira de Reciclagem Animal – ABRA esteve presente na última terça-feira, 28, na solenidade de lançamento do Programa Nacional de acesso ao Ensino Técnico e Emprego – Pronatec Empreendedor que foi criado através de um convênio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae e o Ministério da Educação – MEC.
 
Participaram do evento o Sr. Roberto Simões, presidente do Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae, o Sr. Carlos Alberto dos Santos, diretor técnico do Sebrae, o secretário de Educação Profissional Tecnológia do MEC, Sr. Marco Antônio de Oliveira, o Sr. Luiz Barreto, diretor presidente do Sebrae, o ministro da Educação, Sr. Aloizio Mercadante e o presidente da República em Exercício, Sr. Michel Temer.
 
CONVÊNIO ABRA E SEBRAE
 
Em novembro de 2012 a ABRA e o Sebrae assinaram um convênio para a disseminação tecnológica para a Reciclagem Animal. 
 
O convênio tem o objetivo de contribuir para o avanço tecnológico da Reciclagem Animal no Brasil através da ampliação do conhecimento teórico e tecnológico que serão aplicados aos sistemas de produção. Para isso, a ABRA irá elaborar e editar um manual de Boas Práticas de Fabricação específico para o setor.
 
 
Através desse manual será desenvolvido o selo de qualidade para as indústrias de Reciclagem Animal, que servirá de base para a rastreabilidade e certificação da produção brasileira de farinhas e gorduras de origem animal. Além disso, o selo tem a finalidade de reduzir os custos, aumentar a confiabilidade e garantir aos clientes dessas indústrias que estão sendo realizadas todas as etapas de processamento dentro do padrão de qualidade exigido pela legislação e pelo mercado.
 
 
As ações do convênios foram iniciadas com o programa “ABRA que aqui tem Qualidade” onde as empresas que estão participando receberão um selo de qualidade.
 
 
O Programa para a obtenção do selo foi divido em dois níveis: O primeiro avaliará a segurança microbiológica do sistema de fabricação garantindo que as empresas participantes realizam todas as medidas preventivas para se produzir um produto seguro sob o ponto de vista microbiológico onde será feito um levantamento da situação atual da planta, um relatório que descreverá os pontos que devem ser trabalhados para a obtenção do selo.
 
 
 
Para auxiliar na obtenção serão confeccionados manuais práticos que serão voltados para cada atividade exercidas pelo setor. Além dos manuais serão feitos treinamentos com toda a cadeia produtiva o que facilitará a aplicação da legislação. O programa se divide em etapas o que facilitará a obtenção do selo, pois quem não estiver com a planta dentro das exigências terá um prazo para a adequação e receberá uma nova visita para confirmação dos padrões.
 
 
Já o segundo nível, avaliará a segurança físico/química que garantirá as ausências de pesticidas, metais pesados e outros contaminantes como vidros, plásticos, entre outros.