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A Confederação Nacional do Transporte encaminhou ao governo Federal, proposta de reduzir o nível de biodiesel no diesel que hoje é de 12%. A alegação de que a demanda atual estaria maior do que a produção não tem embasamento técnico.
As previsões, sobre a safra, têm sido otimistas, ou seja, espera-se aumento na produção de grãos. Em resumo, o pedido da CNT não tem embasamento que comprove a necessidade de redução da mistura de Biodiesel no Diesel. Como pode ser visto nos gráficos, em 2020 a produção de biodiesel superou a demanda do mercado.

A ABRA – Associação Brasileira de Reciclagem Animal, ressalta que o setor de gorduras de origem animal, como por exemplo o sebo bovino, também importante matéria-prima para produção de biodiesel, anda em paralelo com o setor de abate bovino, que embora tenha apresentado redução em 2020, em virtude do COVID-19, tem se demonstrado equilibrado nos últimos meses, não indicando uma redução de matéria-prima disponível ao Sebo Bovino. A ABRA ressalta ainda que a questão do biodiesel é muito mais do que uma demanda econômica, é um passo importando para a sustentabilidade como fonte de combustível renovável, não poluente.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação ABRA
Marcelo Lara, jornalista – Consultor de Comunicação