No acumulado do ano foram abatidas 5,6 bilhões de unidades de frango, aumento de 6,8% em relação ao ano de 2012, alcançando novo patamar recorde. O desempenho mensal em termos de volume abatido apresentou variação positiva em quase todos os meses do ano frente aos registros mensais de 2012. As exceções foram os meses de fevereiro e março que variaram -2,8% e -6,6%, respectivamente. O peso acumulado das carcaças no abate de frangos em 2013 alcançou 12,4 milhões de toneladas, representando aumento de 7,0% em relação ao ano anterior. Com esse resultado alcançou-se novo patamar recorde.
A região Sul respondeu por 60,2% do abate nacional de frangos, aumentando em 1,7% a sua participação nacional em comparação a 2012. Grande parte desse aumento se deveu ao desempenho do Rio Grande do Sul, que aumentou cerca de 205 milhões de cabeças abatidas. Com isso, o estado ganhou uma posição no ranking e ultrapassou o Santa Catarina, que praticamente não alterou o volume de cabeças abatidas em 2012.
Paraná lidera o ranking nacional entre os estados produtores e apresentou crescimento no número de cabeças abatidas (+101,6 milhões) em 2013 em relação ao ano anterior.
A região Sudeste apresentou queda na participação em âmbito nacional de 22,1% em 2012 para 20,3% em 2013. São Paulo registrou queda no nível de atividade abatendo cerca de 80 milhões de cabeças a menos. Em contrapartida, Minas Gerais elevou o número de cabeças abatidas em cerca de 56 milhões de unidades.
Abate de frangos tem aumento de 9,0% em relação ao 4º trimestre de 2012
No 4° trimestre de 2013 o abate de 1,4 bilhão de cabeças de frangos teve o melhor desempenho entre os quartos trimestres na série histórica iniciada em 1997. Esse resultado significou queda de 2,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior e aumento de 9,0% na comparação com o mesmo período de 2012. O peso acumulado das carcaças foi de 3,141 milhões de toneladas no 4° trimestre de 2013. Esse resultado representou queda de 1,7% em relação ao trimestre imediatamente anterior e aumento de 13,5% frente ao mesmo período de 2012.
O crescimento de participação da região Sul, de 59,0% para 59,8%, foi resultado do aumento no número de cabeças de frango abatidas no Rio Grande do Sul (+35,9 milhões), no Paraná (+23,8 milhões) e em Santa Catarina (+20,5 milhões). Paraná foi o principal estado no ranking brasileiro.
 
Produção de ovos de galinha tem aumento de 1,7% em relação a 2012
A produção de ovos de galinha em 2013 (2,7 bilhões de dúzias) registrou aumento de 1,7% frente a 2012. Comparando-se os trimestres de 2013 com os de 2012 somente no 1º trimestre houve variação negativa da produção (-0,4%), apresentando crescimento nos outros períodos: 1,1% no 2º trimestre; 1,4% no 3º trimestre e 4,7% no 4º trimestre.
São Paulo continuou sendo o principal estado em produção de ovos de galinha em 2013, respondendo por 29,9% da produção nacional e refletindo prática estabilidade em relação ao ano de 2012. Minas Gerais segue na sequência com 10,5% de participação. No comparativo entre os dois anos, não houve grandes variações nos cenários participativos entre os estados brasileiros.
No comparativo 2013/2012 observou-se queda da produção no Sul do país, especificamente em Santa Catarina (-9,0%) e no Paraná (-1,8%). Variação importante também ocorreu em Minas Gerais que registrou recuo de 1,7% em sua produção de ovos de galinha. Na contramão, caminharam as produções de São Paulo (+4,0%) e Goiás (+6,9%).
Produção de ovos no trimestre cresceu 4,7% em relação ao 4º trimestre de 2012
A produção de ovos de galinha foi de 697,3 milhões de dúzias no 4º trimestre de 2013. Comparando esta quantidade com a obtida no mesmo período de 2012 tem-se aumento de produção (4,7%). No entanto, quando se compara com o 3º trimestre de 2013, observou-se estabilidade da produção.
O Sudeste teve aumento significativo em sua produção (9,1%), sendo responsável pela quase totalidade da elevação nacional da produção no período. Isto deve-se ao grande incremento registrado sobretudo em São Paulo, bem como nos demais estados que compõem a região. O Centro-Oeste do país também teve incremento de produção (4,3%) puxados por Goiás e por Mato Grosso. O Sul teve queda de 0,8% na produção, queda esta alavancada pela queda produtiva registrada no Paraná. O Rio Grande do Sul aumentou sua produção embora em volume insuficiente para impulsionar a produção regional.
 
Fonte: IBGE